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... não tem passado nunca de três ou quatro linhas. Estranho como em tão poucas cabem tudo o que eu tenho a dizer ultimamente.
Mas as coisas estão ficando diferentes por aqui, transbordo. Acumulo o que o meu menino diz, o que me faz ver e sentir e tudo. E eu estou inteira quando estou com ele e cada vez mais.
E sabe que ontem eu disse que ele era um pedaço de mim que vivia do lado de fora. E ele, que anda cheio de flores nas palavras respondeu que eu posso trazer pra dentro sempre que eu quiser ou precisar. E que eu não estou nunca sozinha no mundo, porque apesar de ele não estar sempre presente no concreto de alguma forma está.
E me basta.
Atiro no escuro, respiro fundo, peço um abraço e sigo em frente.
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